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PENSAMENTOS

Sun Tzu, A arte da Guerra

 

OFENSIVA

A ofensiva é necessária para se obter resultados decisivos, bem como para manter a liberdade de ação. Uma ação ofensiva assegura a iniciativa das ações, estabelece o ritmo das operações, determina o curso do combate e explora a fraqueza do inimigo.

A iniciativa das ações permite a escolha da hora e do local da batalha, facilitando a surpresa.

Algumas vezes, uma ação defensiva será necessária, mas só deverá ser adotada como recurso temporário para uma posterior ação ofensiva.


 

 

"Manter os soldados empenhados na batalha e dispostos a lutar corajosamente,  depende de uma boa administração e de bom comando militar.

A exploração correta das situações trará coragem aos soldados e permitirá a exploração das possibilidades das suas tropas".

 

SURPRESA

A surpresa consiste em golpear o inimigo em local, hora ou uma forma para a qual ele não esteja esperando. Ou, tendo descoberto o seu plano, não tenha tempo útil para reagir. A surpresa altera o equilíbrio das forças em combate.
A surpresa poderá ser obtida por meio da originalidade, da audácia nas ações, da velocidade da execução, do sigilo, do despistamento e da dissimulação de intenções.
Na guerra moderna, a surpresa pode ser obtida nos níveis estratégico, tático e tecnológico.

 



ECONOMIA DE FORÇAS

A economia de forças caracteriza-se pela distribuição e emprego judiciosos dos meios disponíveis, para a obtenção do esforço máximo nos locais e ocasiões decisivos.

A economia de forças em uma parte da frente de combate permite que se obtenha massa em outra parte da frente.

Na aplicação deste princípio de guerra, deve-se evitar o emprego de meios insuficientes, o que implicaria na não obtenção do resultado desejado, ou ainda, o excesso de meios, o que caracterizaria um desperdício de forças, além do necessário para obter-se o efeito desejado.

 

MANOBRA

A manobra caracteriza-se pela distribuição dos meios de combate na campo de batalha, de modo a obter uma posição vantajosa em relação ao inimigo. A manobra contribui para a preservação da liberdade de ação e reduz as próprias vulnerabilidades.

A finalidade da manobra é obter o efeito desejado com um mínimo de perdas em pessoal e material. O emprego correto da manobra mantém a pressão sobre o inimigo e assegura a iniciativa.

 

 

SIMPLICIDADE

O princípio de guerra da simplicidade está ligado à preparação das ordens e planos. O melhor plano é aquele que, em todos os níveis de decisão, quer do planejamento quer da execução, evidencia concepções claras e facilmente entendidas.

A simplicidade reduz a possibilidade de equívocos na sua compreensão e facilita as correções necessárias durante o combate.

 




UNIDADE DE COMANDO

O princípio da unidade de comando é caracterizado pela atribuição da autoridade a uma só pessoa, ou seja, a pessoa do comandante.

Este princípio compreende uma linha de comando bem definida e com nítida divisão de responsabilidades, um sistema de comando e controle que permita o exercício pleno do comando e o exercício do comando baseado em liderança competente, capaz de infundir total confiança e entusiasmo aos subordinados.

 

OBJETIVO

O objetivo de uma operação militar deverá estar claramente definido e estar ligado aos efeitos que se espera obter ao final do conflito. Além disto, este objetivo deve ser atingível e ser decisivo para a situação desejada.

Uma vez fixado, todas as ações deverão estar orientadas na sua conquista, e apesar das circunstâncias da guerra não se deve perde-lo de vista.

Em campanha, poderão existir objetivos intermediários ou parciais. Todavia, a conquista destes objetivos deverá contribuir na conquista do objetivo principal.

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